Segue abaixo mais uma poesia de minha autoria, a mesma foi escrita também à alguns anos na cidade de Curitiba, sob os sons de passáros no Passeio Público da referida cidade!
Lamento do Poeta!
Entre as árvores
ouço o Sabiá!
Ouço o Bentevi!
E lembro de um Amor
que não vivi,
e nem vou viver!
Voa Sabiá!
Voa Bentevi!
Voa para a Liberdade,
por que esta eu já perdi!!!
Luciano Egidio Palagano
Curitiba, 04/03/09
Razão à Conta-Gotas! Por que em tudo é necessário dosimetria! Aqui você poderá servir-se de Astronomia, Ciência, Política, História, Direito, Poesia! Um pouco de cada, à conta-gotas! E principalmente o cultivo da razão, da crítica, do debate! Da arte do pensar e do repensar, do refletir o mundo a sua volta, para então, depois disso tentar mudar o que deve ser mudado! Seja bem vind@, e sirva-se de sua dose de razão. À conta-gotas!
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terça-feira, 19 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Iniciação!
Para estrear este blog, nada melhor do que pedir ajuda a uma das maiores Poetisas que o Brasil já teve: Cecilia Meirelles! De uma leveza e profundidade imensas, ela teve a capacidade de observar a alma humana como ninguém!
E como estamos falando de estréia e motivos, afinal todos os atos e palavras tem um "Motivo", deixo com vocês, no intuito de estimular o pensamento e a reflexão, assim como conhecerem um pouco mais os pensamentos deste que vos escreve, o poema "Motivo", de Cecília Meirelles:
Ei-lo:
E como estamos falando de estréia e motivos, afinal todos os atos e palavras tem um "Motivo", deixo com vocês, no intuito de estimular o pensamento e a reflexão, assim como conhecerem um pouco mais os pensamentos deste que vos escreve, o poema "Motivo", de Cecília Meirelles:
Ei-lo:
Motivo
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.
(Cecília Meirelles)
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.
(Cecília Meirelles)
Esse é só o motivo de estréia! Aguardem, vêm mais por aí!
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